Atacante Alexandre Pato - que entrou no segundo tempo - marcou aos 38 e aos 40 minutos
Ontem, o Brasil voltou a Estocolmo para se despedir do palco onde, em 1958, Pelé & cia. deram o pontapé inicial para a dinastia mais vitoriosa da história do futebol mundial. Cinco dias após perder o ouro olímpico dos Jogos de Londres, o time de Mano voltou a repetir erros, não convenceu, mas bateu a Suécia por 3x0, no estádio Rasunda, e conseguiu, enfim, respirar um pouco mais aliviado após uma semana tensa.
Os gols da partida foram todos marcados por centroavantes. Leandro Damião abriu o placar aos 31 minutos da primeira etapa, e Alexandre Pato - que entrou no segundo tempo - marcou aos 38 e aos 40 do segundo tempo.
Os brasileiros deveriam ter entrado em campo com uma réplica da camisa usada no título de 58. No entanto, os jogadores alegaram que o modelo, feito de algodão, era muito pesado e acabaram entrando com a camisa número dois, azul, atual. Antes do início do duelo, 12 jogadores que estiveram naquela final foram homenageados. O Brasil foi representado por Pelé, Zito, Mazzola e Pepe, enquanto a Suécia teve oito atletas remanescentes daquele duelo. Coube a Pelé dar o pontapé inicial do confronto.
O técnico Mano Menezes, cujo cargo foi posto em xeque após a medalha de prata nos Jogos de Londres, celebrou a vitória. “Esperávamos uma resposta rápida e forte da Seleção Brasileira e precisávamos dela. Gostei muito do que apresentamos como proposta de jogo, sofremos pouco, criamos bastante, marcamos três [gols] e fizemos um bom placar”, disse o técnico gaúcho. “Saio feliz do jogo”, completou.