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Thiago Silva espera final equilibrada. Sobre Messi ele disse: "é um cara que desequilibra, a gente não vai anular, é quase impossível, mas a gente pretende minimizar as ações ofensivas dele para que ele tenha poucos espaços durante o jogo
Em busca do bi da Copa América e o décimo da história, a seleção brasileira entra em campo para enfrentar a Argentina, invicta no torneio sul-americano. O SBT, na TV aberta, e a ESPN Brasil, na TV fechada, são os canais que vão passar a final deste sábado, no Maracanã.
A Prefeitura do Rio acatou pedido da Conmebol e liberou 10% da capacidade de cada setor do Maracanã para receber público na final da Copa América, neste sábado, entre Brasil e Argentina.
O acesso ao estádio, porém, só será permitido para quem apresentar teste de PCR contra a covid-19 com resultado negativo. O exame tem que ter sido feito a partir de quinta-feira. Com a autorização, a final marcada para as 21h poderá receber até 6,5 mil pessoas, mas isso apenas se o estádio for totalmente aberto.
Não será apenas a possibilidade da presença de torcida a única novidade da decisão da Copa América. No último jogo da competição, Brasil e Argentina também terão ao seu dispor um gramado de qualidade, algo que muito pouco se viu nesta edição da competição.
Até o técnico Tite, que chegou a ser multado pela Conmebol por reclamar das condições dos campos, elogiou o palco da final.
O clássico sul-americano entre Brasil e Argentina foi disputado em 106 oportunidades, com um retrospecto equilibrado entre as seleções. Enquanto a seleção brasileira registra 45 vitórias, os argentinos somam 38 triunfos, além de 25 empates.
Frente a frente, Neymar e Messi possuem retrospectos equilibrados em termos de jogos entre as seleções. Em quatro ocasiões, são duas vitórias para cada lado.
Para a decisão, o técnico Tite segue sem contar com Gabriel Jesus, punido pela Conmebol em dois jogos de suspensão pela expulsão contra o Chile nas quartas de final.
CONFIRA OS TIMES PROVÁVEIS
BRASIL: Ederson; Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Renan Lodi; Casemiro, Fred e Lucas Paquetá; Everton Cebolinha, Richarlison e Neymar.
ARGENTINA: Martinez; Molina (Montiel), Pezzella, Otamendi e Tagliafico (Acuña); Paredes (Rodríguez), De Paul e Lo Celso; Messi, Lautaro Martinez e Gonzalez.