Em junho, o Brasil deu mais um vexame ao ser eliminado na primeira fase da Copa América do Centenário
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Neymar e Gabriel Jesus entram em campo contra os argentinos em busca de mais uma vitória
Em junho, o Brasil deu mais um vexame ao ser eliminado na primeira fase da Copa América do Centenário, enquanto a Argentina de Messi disputava (e perdia) sua terceira final em dois anos. Cinco meses depois, as duas seleções se encontram em situações opostas nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.
Antes mesmo da competição continental, Dunga deixou a ‘amarelinha’ fora da zona de classificação para o Mundial, russo, na sexta posição. O papelão nos Estados Unidos acabou selando o destino do capitão do tetra, substituído por Tite, que mudou a seleção da água para o vinho.
O ex-treinador do Corinthians esbanja 100% de aproveitamento em quatro partidas, inclusive jogos duríssimos contra o Equador, em Quito (3-0) e diante da Colômbia (2-1), em Manaus. Com essa sequência vitoriosa, o Brasil assumiu a liderança das Eliminatórias, deixando justamente o incômodo sexto lugar com os ‘hermanos’.
Do lado argentino, o terceiro vice-campeonato seguido acabou deixando feridas abertas. O craque Lionel Messi chegou a anunciar que não defenderia mais a seleção, depois de desperdiçar um dos pênaltis na disputa que selou a derrota para o Chile.
O técnico ‘Tata’ Martino foi demitido em meio ao caos nos bastidores da Associação Argentina de Futebol (AFA) e coube ao seu substituto Edgardo Bauza, convencer o camisa 10 de voltar à ‘alviceleste’. Messi voltou em setembro, anotando o único gol da vitória por 1 a 0 no clássico com o Uruguai, mas em seguida sentiu dores no púbis e ficou fora do empate em 2 a 2 com a Venezuela.
Bauza achou que poderia contar com o craque em outubro, mas outra lesão evidenciou ainda mais a ‘Messidependência’, com tropeços diante do Peru (2-2) e Paraguai (derrota em casa por 1 a 0).
O clássico acontece às 21h45 e coloca à prova a invencibilidade de Tite.