Brasileiro Isaquias Queiroz obteve duas medalhas de ouro na modalidade
Liderada pelo campeão mundial Isaquias Queiroz, a delegação brasileira de canoagem de velocidade ganhou nove medalhas no Pan de Toronto, quatro apenas nesta terça-feira (14). Assim, o Brasil fechou a canoagem de velocidade como país que mais ganhou medalhas, empatado com Cuba e à frente do Canadá (oito). Ficou atrás no quadro porque os rivais tiveram mais ouros: cinco para Cuba, quatro para o Canadá, duas para o Brasil (de Isaquias).
Foi graças especialmente a Isaquias, aliás, que a canoagem de velocidade do Brasil teve um salto de qualidade. Afinal, o COB resolveu apostar no garoto e contratar o técnico espanhol Jesus Morlán, um dos melhores do mundo. O treinador montou uma seleção permanente, que treina junto em um CT bem estruturado, e agora os resultados apareceram.
Sempre com Isaquias, o Brasil também ganhou o ouro no C1 e a prata no C2 nas provas de 1.000 metros, segunda-feira (13). Na competição em duplas, o baiano foi acompanhado de Erlon Silva. Aproveitamento de 100% na disciplina. Mas não foi só na canoa (na qual os atletas competem com um joelho e um pé apoiados na canoa) que o Brasil obteve bons resultados. No caiaque (eles competem sentados), o País também brilhou. Ontem, quando foram disputadas as provas de 200m, Edson Isaias faturou a prata no K1, ficando entre Canadá e Equador. Depois, no K2, ao lado de Hans Heinrich Mallmann, ganhou o bronze, desta vez superado por Argentina e Cuba.
Nas provas de 1.000 metros, na segunda, o Brasil havia faturado um bronze no K2 (com Celso Dias e Vagner Souta) e um quinto lugar no K1 (com Celso). O K4 1.000m, que também teve Roberto Maehler e Gilvan Bitencourt, ficou com a prata no domingo. Foram quatro medalhas em cinco possíveis.