No próximo domingo (21), Seleção Brasileira conhecerá adversários da edição Centenária do torneio
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Técnico Dunga terá dois jogos com o Brasil pelas Eliminatórias antes da Copa América
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) fechou ontem os potes para a definição dos grupos da Copa América Centenária. A edição comemorativa do torneio, que acontecerá nos Estados Unidos, terá o sorteio no domingo, dia 21 de fevereiro. A competição ocorrerá entre os dias 3 e 26 de julho de 2016, em solo norte-americano, em caráter excepcional.
Garantida como cabeça de chave no pote 1, a Seleção Brasileira pode, de cara, encarar uma pedreira na fase de grupos. Com Uruguai, Chile, Colômbia e Equador formando o pote 2, é possível que o Brasil veja um dos adversários sul-americanos na mesma chave. Além da Seleção, as outras equipes cabeças de chave no torneio são os anfitriões Estados Unidos, o México e a Argentina.
O pote 3 está resguardado às quatro equipes que se classificaram pelas eliminatórias da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf): Costa Rica, Jamaica, Haiti e Panamá. Encerrando o esquema, o pote 4 conta com Bolívia, Paraguai, Peru e Venezuela.
Sem outros amistosos marcados até o momento, o Brasil tem dois compromissos firmados até a estreia na Copa América do Centenário. Pelas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo da Rússia de 2018, a Seleção recebe o Uruguai, em 25 de março, na Arena Pernambuco, e vai a Assunção encarar o Paraguai no dia 29.
Corrupção. Um encontro realizado nesta semana em Guaiaquil, no Equador, deu início a um trabalho de cooperação entre os Ministérios Públicos de seis países da América do Sul. O alv corrupção no futebol. Representantes de Brasil, Argentina, Paraguai, Peru, Bolívia e Equador concordaram em trocar informações sobre os casos ocorridos em cada país.
Também ficou acordado que, em conjunto, o grupo vai pedir acesso às informações colhidas pelas autoridades americanas na investigação que levou à prisão uma série de cartolas sul-americanos - entre eles José Maria Marin, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), entre outros dirigentes do futebol.