ESPORTE

Brasil sofre queda doída no basquete masculino

Publicado em 03/08/2012 às 14:02Atualizado em 19/12/2022 às 18:09
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Um segundo. Algo por aí. É mais ou menos o tempo que a bola leva da mão do arremessador até o aro. Tempo mais do que suficiente para virar do avesso as duas horas que vieram antes. Para tornar inútil uma reação heroica. Para transformar em gênio quem mal tinha aparecido. Vitaliy Fridzon, ou apenas Fri, é um russo de 26 anos e 1,95m que ainda não tinha feito nenhum arremesso de três na tarde de ontem. Recebeu a bola quando faltavam menos de seis segundos para o relógio estourar. Levou um carrinho do marcador, desses de futebol. Desequilibrou-se. Jogou a bola para o alto. E cravou uma estaca naquela que seria a vitória mais contundente do basquete brasileiro até agora nas Olimpíadas de Londres. Não foi. A reação esbarrou no tiro espírita de Fri. Rússia 75 a 74. Primeiro tombo verde-amarelo nos Jogos.

Após duas vitórias apertadas contra seleções médias, o Brasil encarou o seu primeiro cachorro grande na competição. Latiu alto no primeiro período, encoleirou-se no segundo, rosnou em bom português no terceiro e parecia destinado à vitória no quarto. Uma bandeja de Marcelinho Huertas a seis segundos do fim rascunhou o triunfo. Mas a bola caiu nas mãos de Fridzon. E de lá foi direto para a rede, apesar de Leandrinho ter praticamente se jogado em suas pernas.

Agora com duas vitórias e uma derrota, a equipe de Rubén Magnano tem seu próximo desafio amanhã, às 12h15, contra a China. É o penúltimo jogo da fase de classificação, que termina no duelo com a Espanha, na segunda-feira, às 16h. Garantido nas quartas de final, o Brasil está perto de avançar na terceira colocação, o que pode colocar a França no caminho, mas ainda luta por uma vaga mais acima.

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