ESPORTE

Brasileiros negociam testes para impressionar times e estar na F-1

Sergio Sette Camara é o único representante do país na categoria logo abaixo da F-1, a F-2

Folhapress
Publicado em 01/08/2018 às 20:36Atualizado em 17/12/2022 às 12:01
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Depois que Pietro Fittipaldi confirmou que tem tudo para testar com a equipe Haas da Fórmula 1 neste ano, algo confirmado pelo time que é quinto colocado no Mundial de Construtores do atual campeonato, outro piloto brasileiro também negocia com pelo menos duas equipes na categoria. É Sergio Sette Camara, único representante do país na categoria logo abaixo da F-1, a F-2. 

Em seu segundo ano na F-2, o piloto despertaria o interesse de algumas equipes da F-1, como a própria Haas e a McLaren. No caso do time inglês, dois fatores o aproximam da equipe: o fato do empresário de Fernando Alonso, Luis Garcia Abad, estar ajudando na condução de seu futuro e a parceria do time com a Petrobras. Neste ano, a empresa brasileira é patrocinadora do time e, ano que vem, começará a fornecer combustível e lubrificantes à McLaren. 

As conversas seriam tanto para o papel de piloto de testes, quanto de titular. Porém, para isso, é importante para Sette Camara chegar entre os três primeiros do campeonato e obter a superlicença, uma espécie de CNH (carteira nacional de habilitação) que o habilita a correr na F-1. Com quatro rodadas duplas até o final da temporada, ele é o sétimo no campeonato, com 106 pontos. Atualmente, o terceiro colocado é Alexander Albon, com 141. Pelo sistema de pontuação da F-2, cada piloto pode marcar até 48 pontos durante um fim de semana.

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