Desde que assumiu o vôlei como profissão, o levantador Bruno Rezende esteve em algum clube do Brasil ou Itália. Com baixo interesse em jogar em alguma outra liga, Bruninho, como é mais conhecido, aproveita a experiência na Europa, que considera ter "o melhor campeonato do mundo", para indicar o que pode melhorar em seu país natal.
"Nosso país, nossa Superliga tem que ser mais organizada", comentou o jogador, que atualmente defende as cores do Lube Civitanova. "Espero que possam copiar de certa forma o estilo de como o campeonato é organizado na questão de televisão, patrocinadores. Estamos um pouco atrás ainda e acredito que essas sejam as coisas importantes para a Superliga seguir crescendo", complementou o filho técnico Bernardinho.
O que se vê dentro de quadra também é alvo de ponderações do armador campeão olímpico na Rio 2016. "O nível de jogo, a parte tática também precisa crescer no Brasil. Todos os brasileiros sabem jogar muito bem na parte técnica, mas falta um pouco da parte tática, que aqui é muito forte. Podemos pegar isso também para fazer que a Superliga cresça", analisou.