A FIA não quer mais que existam diferenças entre os motores das construtoras e os fornecidos para suas equipes clientes
Divulgação
Carro da Ferrari traz no detalhe o hallo, componente utilizado para proteção da cabeça dos pilotos
Hoje será dia de reencontro na Fórmula 1. Exatamente três meses depois da última etapa de 2017, em Abu Dhabi, Mercedes e Ferrari estarão juntas de novo numa pista para o começo dos testes de pré-temporada, no circuito espanhol de Barcelona.
Após a Mercedes conquistar com mais dificuldade o título do ano passado, diante de uma Ferrari que liderou boa parte do campeonato e ofereceu dura resistência à equipe alemã, os novos carros entram na pista e tentam superar as (poucas) deficiências dos modelos anteriores para conseguir no fim do ano a tão sonhada glória.
Motores. A FIA não quer mais que existam diferenças entre os motores das construtoras e os fornecidos para suas equipes clientes. Assim, a entidade confirmou na sexta-feira, 23, novos mecanismos para garantir que todas as unidades de potência de uma mesma fabricante fiquem iguais.
Até então, as equipes construtoras precisavam apenas apresentar uma documentação que provasse que os motores fornecidos operavam da mesma forma.
No entanto, a FIA seguia suspeitando que as fabricantes tinham acesso a modos diferentes de utilização da peça, principalmente na classificação, algo que não acontecia com as clientes.