ESPORTE

Com final à frente, Atlético-MG e Flamengo veem rivalidade ficar mais acalorada

Publicado em 19/02/2022 às 10:35Atualizado em 18/12/2022 às 18:09
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Com informações do Lance!*

Os bastidores da disputa do título da Supercopa do Brasil de 2022 acirraram ainda mais os ânimos de Atlético-MG e Flamengo para o confronto de domingo (20). Houve impasse e mudanças de estádio até a definição de que a Arena Pantanal seria o palco do jogo. As trocas de farpas entre diretorias e muita discussão, contudo, não são incomuns em um clássico interestadual com chama que voltou a acender.

O ano passado foi permeado por atritos e trocas de farpas entre os clubes. O vice-presidente do Flamengo, Rodrigo Dunshee, utilizou uma rede social para pedir perda de mando de campo e punição severa ao Atlético-MG e ao estafe do Galo. Na súmula, foi relatado que o diretor de futebol do clube mineiro, Rodrigo Caetano, "desferiu socos e chutes na cabine do VAR" durante a partida com o Santos. O Atlético rebateu as acusações.

O jogo entre Flamengo e Atletico, no Maracanã, foi precedido por outro imbrógli o Rubro-Negro não disponibilizou a carga de 10% dos ingressos aos torcedores visitantes. O Galo afirmou que o pedido foi feito com antecedência, mas a diretoria da equipe rubro-negra não liberou. O caso foi parar no STJD. A partida foi vencida por 1 a 0 pelo Flamengo.

A tensão começou a rondar o embate entre Atlético-MG e Flamengo logo na primeira partida da decisão do Campeonato Brasileiro de 1980. Ao LANCE!, o meia Andrade recorda que a magnitude das equipes na época tornava a disputa ainda mais forte.

- Tinham vários jogadores da Seleção Brasileira nos dois lados. Além da nossa geração ser fantástica, ter o Zico, Nunes, Junior, do outro lado tinham João Leite, Luisinho, Cerezo, Paulo Isidoro, Reinaldo... Com isto, eram sempre jogos muito duros, difíceis, equilibrados, daqueles que não se pode cometer erros. Tanto que os placares em geral eram apertados - disse.

O goleiro João Leite recordou a geração que marcou época entre a Massa.

- Tínhamos um grande time, com Paulo Isidoro, Pedrinho Gaúcho, Osmar, Jorge Valença, Chicão, Reinaldo, Palhinha, Éder... Quando enfentávamos o Flamengo, a gente revia colegas que só encontrávamos quando íamos para a Seleção Brasileira. Era muito marcante isso - afirmou.

No jogo de ida da decisão de 1980, Reinaldo aproveitou uma hesitação de Junior e abriu o placar para os mineiros. Contudo, a reta final do confronto foi bastante turbulenta.

O zagueiro rubro-negro Rondinelli foi atingido no maxilar e saiu carregado de campo. O "Deus da Raça" recordou as marcas.

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