Depois de dez dias de trabalho em três cidades diferentes dos Estados Unidos, o time comandado por Tite realizou intensos trabalhos com bola
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Ainda sem contrato renovado, Guerrero foi eleito o melhor jogador da Florida Cup
O Corinthians retornou ao Brasil com o sentimento de dever cumprido. Depois de dez dias de trabalho em três cidades diferentes dos Estados Unidos, o time comandado por Tite realizou intensos trabalhos com bola, além de uma derrota para o Colônia-ALE, por 1x0, e uma vitória sobre o Bayer Leverkusen-ALE, por 2x1.
Internamente, Tite, comissão técnica e diretoria tratavam com preocupação os confrontos com os times alemães. O estágio físico do Corinthians em relação aos adversários era mais atrasado, já que o elenco realizou uma semana de treinamentos até o jogo de quinta-feira passada. Mesmo que o Campeonato Alemão esteja paralisado pelo inverno europeu, os times rivais se preparavam havia mais tempo.
Por isso, em sua entrevista coletiva pós-vitória sobre o Leverkusen, Tite declarou que o torneio seria mais confortável para os atletas se a competição tivesse iniciado alguns dias depois. Ainda assim, os comentários no sábado foram positivos, sobretudo no sentido de jogar contra adversários de nível mais alto. A caminho de jogos duros contra o Once Caldas-COL, por um lugar na fase de grupos da Copa Libertadores, o Corinthians ficou satisfeito com si próprio pelo desempenho nos testes.
A perspectiva é de que o Corinthians estará de volta aos Estados Unidos em 2016. Financeiramente, a viagem à Flórida rendeu menos da metade do que era desejado, mas a esperança é reforçar os laços no próximo ano e afirmar a imagem do clube fora do Brasil. Gerente de futebol do clube, Edu Gaspar assegurou a prioridade para o Corinthians decidir se irá participar da Flórida Cup ou não nos próximos quatro anos.
De volta ao Brasil, o clube promete dar prioridade total a Guerrero, que aguarda um novo chamado da diretoria. O jogador pede R$ 18 milhões para assinar por mais três temporadas. Desde esta quinta-feira, Guerrero está livre para assinar pré-contrato com outro clube, uma vez que está a menos de seis meses do fim do atual vínculo, que vence em 15 de julho. Apesar da palavra do peruano de que não conversaria com outras equipes antes de esgotar as negociações com o Corinthians, a diretoria mostra preocupação.