Aproximação dos rivais, cobrança da torcida, clima de desconfiança. Em meio a tudo isso, a diretoria do Corinthians resolveu abrir os cofres
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Atletas que mais jogaram podem embolsar até R$ 320 mil, cada
Aproximação dos rivais, cobrança da torcida, clima de desconfiança. Em meio a tudo isso, a diretoria do Corinthians resolveu abrir os cofres e pagará o maior prêmio da história do clube em caso de conquista do título do Brasileirão. Dos R$ 18 milhões que a CBF prometeu ao campeão, quase R$ 11 milhões serão repassados a atletas e membros da comissão técnica do Timão – o valor equivale a 60% do prêmio.
A divisão dos R$ 10,8 milhões se dará de acordo com o número de partidas disputadas. Quem jogar mais fica com um pedaço maior. O goleiro Cássio e o volante Maycon foram os únicos que estiveram nas 30 rodadas do Timão e teriam direito a aproximadamente R$ 320 mil, cada.
Na sequência, aparecem Jô, com 28 partidas, e Arana, Rodriguinho e Gabriel, com 26. Vale lembrar que as oito rodadas finais do Brasileirão vão continuar contando para o rateio do bicho, se a taça for confirmada pelos corintianos.
Nem na conquista da tão sonhada Libertadores da América, em 2012, os campeões tiveram uma bonificação tão grande. Paulinho, Sheik, Chicão, Cássio e companhia ficaram com no máximo R$ 300 mil, cada um, depois do triunfo em cima do Boca Juniors na final.
Em 2017, por exemplo, a CBF distribuirá R$ 63,7 milhões aos 16 primeiros colocados do Brasileirão – somente os quatro rebaixados não terão direito a bônus. Ou seja, a entidade que organiza o campeonato nacional aumentou em R$ 3,7 milhões a bolada. O prêmio para o campeão subiu de R$ 17 milhões para R$ 18 milhões.