A torcida organizada Máfia Azul preparou protesto nesta segunda-feira, na sede do Barro Preto, contra a má fase do Cruzeiro, que ocupa a 19ª posição no Campeonato Brasileiro. O principal alvo da manifestação foi o presidente do clube, Gilvan de Pinho Tavares. Os torcedores cobraram reforços e pediram a saída do atual dirigente maior da Raposa.
Além de pedir a saída de Gilvan, os torcedores exigiram a contratação imediata de reforços para o time. Além do momento em campo, a questão política do clube também pode ter influência na manifestação. O presidente Gilvan passou a ser alvo da torcida Máfia Azul, especialmente depois que cortou os ingressos cedidos à organizada.
O presidente da Raposa se defendeu das críticas. “Eu acho que isso não é forma de torcer. Eu tenho certeza que tem alguma coisa por trás. Eles vão para o campo torcer o seguinte: se ganhar, eles continuam a torcer para o Cruzeiro; se levar um gol, começam a torcer contra e hostilizar jovens jogadores, promessas que estão sendo lançadas, atrapalhando o rendimento dos atletas. Isso não é torcedor. Se dizem organizados, mas, pelo que senti, eles estão completamente desorganizados nestes momentos. Estão querendo obrigar o clube a fazer coisas precipitadas que não vamos fazer. Nós vamos trazer reforços”, declarou.
Segundo o mandatário, o Cruzeiro espera a abertura da janela internacional, no dia 20 de junho, para anunciar reforços. A gente tem que buscar fora, e estamos atrás. Quando abrir a janela, esses jogadores já estarão no Cruzeiro”, frisou Gilvan.