A polêmica que envolve Cruzeiro, Atlético e Federação Mineira de Futebol (FMF) continua quente. O clube celeste criticou decisão da entidade máxima de futebol do Estado que permite a entrada de instrumentos musicais, bandeiras e faixas no clássico de hoje, no Mineirão. Nota oficial divulgada na tarde de ontem usa o termo “parcial” ao classificar a medida.
O Cruzeiro alega que o presidente da FMF, Castellar Neto, não atendeu a ligações de gestores do clube. “Esperamos que um dia a Federação Mineira de Futebol volte a ser independente e imparcial, sem que seus dirigentes vistam a camisa de seu clube de coração, e que todos os seus filiados recebam o mesmo tratamento”, diz a nota.
A polêmica ganhou força a partir dessa terça-feira, após reunião que definiria detalhes para o clássico. O Cruzeiro proibiu a entrada de instrumentos musicais, bandeiras e faixas carregados por torcedores do Atlético como forma de retaliação a medidas semelhantes ocorridas em jogos com mando alvinegro.