No Mineirão, o Cruzeiro cumpriu o dever de casa, deixou os erros do primeiro jogo da final para trás e cravou 2 a 0 no Atlético
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Thiago Neves comemora o segundo gol do Cruzeiro, que valeu o título mineiro para o time celeste
No Mineirão, o Cruzeiro cumpriu o dever de casa, deixou os erros do primeiro jogo da final para trás e cravou 2 a 0 no Atlético, para soltar o grito e garantir o título de campeão mineiro de 2018. O resultado esperado veio, mas foi suado. Além da pressão psicológica agregada pela dependência de somar no mínimo dois gols, a equipe já esperava bom desempenho de Otero e Ricardo Oliveira, porém, contou com a sorte e o talento para “se livrar” dos rivais e manter o caneco na Pampulha.
Decisivo no primeiro jogo da final, Otero não teve a mesma tranquilidade na decisão. Seu maior rival: Edílson. Em campo, os jogadores mostravam atrito desde o início. Bastou falta do zagueiro Dedé no atacante Ricardo Oliveira para Edílson cochichar no ouvido do venezuelano e levar um empurrão. O cartão vermelho veio cinco minutos depois. Após cobrança de falta a favor do Galo, Otero acertou uma cotovelada no rosto de Edílson e deixou o time com um a menos. O jogador saiu de campo desolado.
Os comandados de Mano Menezes acertaram a marcação e saíram na frente, logo no início. O uruguaio Arrascaeta abriu o placar para o Cruzeiro, com apenas três minutos de jogo.
No segundo tempo, foi a vez do meia Thiago Neves marcar o segundo gol da Raposa, o que foi suficiente para garantir o título da equipe celeste.
O dia não estava nada fácil para o Atlético, que, depois de perder Otero, ainda ficou sem Patric, no minuto final, por falta em Ariel Cabral. Vale lembrar que a equipe não teve expulsões durante todo o estadual. O apito final chegou com grande festa da torcida cruzeirense.