ESPORTE

Diretor do Naça rebate críticas

Bastou que o diretor Luiz Cecílio, declarasse que pagaria, no máximo, R$ 800 mensais para que polêmica fosse levantada

Publicado em 04/05/2011 às 00:08Atualizado em 20/12/2022 às 00:29
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Bastou que o diretor de Futebol do Nacional, Luiz Cecílio, declarasse que pagaria, no máximo, R$ 800 mensais para que o jogador defendesse as cores do time na disputa da Terceirona do Mineiro para que a polêmica fosse levantada. Afinal, grande parte dos torcedores e até mesmo diretores do clube tendem a duvidar de tal proeza.

O fato é que, em entrevista ao Jornal da Manhã, Cecílio foi enfático novamente ao afirmar que ou será assim ou o Naça não disputará o Estadual em 2011. “Se o cara quiser jogar por pouco, joga. Se não quiser, não joga. Precisa ficar claro que o nosso objetivo maior é colocar o clube em atividade”, reforçou o diretor, salientando que a formação de jogadores é, de fato, uma das metas do clube alvinegro.

Por outro lado, Cecílio tem demonstrado serenidade ao abordar o assunto “Terceirona” durante as entrevistas concedidas. “Acho que tenho obrigação de correr atrás de recursos para o time disputar a competição. Afinal, sou o diretor de Futebol. Mas isso não quer dizer que eu vá chegar lá e dizer ao presidente do clube que, se ele não me arrumar recursos, eu vou sair. Não é assim”, disse.

De olho nesse projeto de novos valores, Cecílio tem acompanhado vários jogos do Campeonato de Juniores, organizado pela Liga Uberabense de Futebol (LUF). Para ele, o Naça sozinho não tem condições de formar jogadores. Por isso, parcerias com a Universidade Federal do Triângulo Mineiro e outras entidades são imprescindíveis. E mesmo com o discurso de que se não conseguir o acesso ao Módulo II em 2012 já estará satisfeito, o dirigente deixou claro que a intenção, além de conseguir subir de divisão, é formar uma equipe, de fato, nacionalista. “Quero subir com um time nosso.

 Não quero ter uma equipe na qual nenhum jogador seja nosso verdadeiramente, como acontece com outras equipes. Não somos nós que vamos fazer o jogador, nós vamos dar a oportunidade a ele. Vamos errar, mas vamos enfrentar o desafio. Se no final ficarmos em último, vamos descobrir o porquê, mas isso só se descobre jogando. Nossa obrigação será pagar em dia e orientar o jogador dentro e fora de campo”, concluiu.

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