Ao que tudo indica, o clube ainda terá muitas dores de cabeça por conta da demissão do técnico Michael Robin.
Para quem acha que com a saída de Michael Robin do comando do Uberaba Sport, seu nome nunca mais seria falado ou discutido pelos lados de Boulanger Pucci, cuidado. Ao que tudo indica, o clube ainda terá muitas dores de cabeça por conta da demissão do técnico, que teve um desfecho tumultuado, na sexta-feira, 30 de fevereiro. De acordo com Luiz Humberto Borges, presidente do clube, o USC pagará os salários dos jogadores referentes ao mês de janeiro, dentro do prazo legal. Os jogadores receberão, diz ele, com ou sem o dinheiro oriundo da parceria. “A fonte pode ser por meio de parcerias. Mas, o importante é que pagaremos”, completa. Borges relata um equívoco por parte de Michael Robin, em relação ao fim do seu contrato como treinador do USC. Segundo o dirigente, não existe nenhuma cláusula declarando que o treinador não poderia ser dispensado, quando o clube não estivesse satisfeito com seu trabalho. “Nossa parceria com a WMS Sport’s não significa que o Robin teria de ser o treinador do clube, até o fim do Campeonato. Caso ele deixasse o clube, a empresa teria que continuar respondendo, conforme o combinado e assinado”, explica. Robin, de acordo com o presidente do USC, acha que pelo clube ter rescindido o contrato, todo o combinado foi por água abaixo. “Ele inventa coisas. Não existe essa cláusula. O contrato nos dá razão. Se até amanhã [hoje], a empresa não tomar providências e cumprir o compromisso, no início da semana entraremos na justiça, em busca dos direitos legais do USC”, conclui.