A proteção para evitar tumultos e confusões estará por todos os cantos. O Palmeiras vai ter o apoio da Polícia Militar de Presidente Prudente para ficar protegido antes, durante e depois do duelo contra o Fluminense. Mesmo assim, o clube vai chegar precavido ao interior paulista. Cerca de 50 seguranças foram contratados para vigiar a delegação em diferentes momentos da viagem. Até o Batalhão de Choque estará envolvido. Alguns membros ficarão no gramado, perto dos alambrados, para evitar possíveis invasões de campo, em caso de título ou queda. Também haverá fiscalização aérea. Por questões óbvias, um rebaixamento do Palmeiras é o que mais preocupa as autoridades.
Segundo Faustino Caputo, diretor de segurança do Palmeiras, o esquema é o que normalmente se faz para um clássico ou algum jogo importante. A diferença, agora, é que todos estão de olho no que acontece com o time por causa das constantes ameaças divulgadas na imprensa. "A gente vai fazer um esquema de clássico, algo que normalmente fazemos em jogos contra nossos rivais. É que, agora, todos querem saber o que vai acontecer. O assunto segurança está muito evidente neste momento", disse o conselheiro.
Na sexta-feira, houve uma reunião com líderes de torcidas organizadas em São Paulo. Para evitar confrontos, serão colocados tapumes de mais de dois metros nas ruas, evitando até a visualização dos rivais no lado de fora.