Fora do futebol desde 14 de junho, quando foi demitido da CBF, Dunga pode voltar a trabalhar em 2017. O ex-treinador da Seleção Brasileira negocia há quase um mês sua ida para o Beijing Guoan, da China. O time de Renato Augusto e Ralf procura um técnico depois da saída do italiano Alberto Zaccheroni, que foi apenas o quinto colocado no campeonato nacional.
O problema é que Dunga não está sozinho na disputa: o sueco Sven-Goran Eriksson, que dirigiu o Shanghai Sipg, também da China, nesta temporada, foi procurado pela diretoria do Guoan e se transformou em uma sombra para o gaúcho. O português André Villas-Boas vai dirigir o Shanghai em 2017.
Antecessor de Tite na Seleção, Dunga estava tão convencido de que seria o técnico do Guoan que já havia iniciado a montagem de sua comissão. O gaúcho tinha indicado Paulo Paixão como preparador físico; Andrey Lopes, o Cebola, como auxiliar-técnico; além de um fisioterapeuta e um preparador de goleiros brasileiros.