A família de Max, que teve a morte cerebral confirmada na tarde de quarta-feira, optou pelo caminho da solidariedade ao pensar no próximo neste momento de perda e de dor. O ex-jogador do Botafogo teve os rins e o fígado doados para transplante ainda na quarta-feira, de acordo com a esposa do ex-atleta, Marilda Faislon Luzia. Segunda ela, os órgãos foram entregues para a Rio Transplantes, que adota o sigilo dos pacientes beneficiados.
Marilda Faislon Luzia também revelou que optou pela decisão por conhecer bem o lado solidário do marido e por achar que esta seria a vontade dele.
Max foi velado em General Severiano, na casa do time onde viveu o auge da carreira. O espaço foi disponibilizado pelo clube. O enterro acontece no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, de acordo com a esposa do ex-jogador.