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Feijão já foi o número 1 do Brasil e ocupou lugar entre os 100 melhores do mundo, mas teve queda de redimento
O tenista João "Feijão" Souza começou 2017 na 123ª posição no ranking da ATP e planejava voltar a aparecer entre os 100 melhores do mundo. Mas com uma sequência de campanhas ruins, ele chegou a sua pior posição no ranking mundial desde 2008, em 255º lugar, e vai terminar 2017 em 246º.
Para o paulista de Mogi das Cruzes, as diversas mudanças no ano refletiram no desempenho dentro de quadra. A maior delas, o nascimento da filha, Amora.
“Esse ano foi um ano de muitas mudanças. Passei a morar junto com a Paula, tivemos uma filha e foi tudo muito novo. Acabou que não consegui, por algum tempo, me focar só no tênis, mas foi um ano bom por um lado e não tão bom por outro”, avaliou Feijão.
Em 2017, Feijão disputou 31 competições da ATP, mas em 18 foi eliminado na estreia. O melhor resultado do mogiano foi o vice-campeonato do Challenger de Medellín, na Colômbia, em julho. Apesar da queda significativa no ranking, o tenista avaliou que sua atual posição não interfere muito no calendário e planejamento para a próxima temporada.
“Muda um pouco, mas no final das contas quando você está entre 110 e 250 no ranking, as mudanças são poucas. Então de agora até março, não muda muito não”, destacou Feijão.