Na terça-feira, o recém-eleito mandatário, Gianni Infantino, entregou documentos à Justiça dos EUA com objetivo de receber indenização
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Ex-presidentes da CBF, Teixeira, Marin e Del Nero estão entre os cobrados
Agora com novo presidente eleito, a Fifa traçou uma estratégia para recuperar credibilidade e dinheiro da entidade. Na terça-feira, o recém-eleito mandatário, Gianni Infantino, entregou documentos à Justiça dos Estados Unidos com o objetivo de receber indenização de cartolas envolvidos (da Conmebol e da Concacaf) em recentes casos de corrupção.
Ao todo, a Fifa visa receber um valor parcial dos R$ 725 milhões recuperados pela Justiça estadunidense após o início das investigações. Entre os cobrados, os nomes dos ex-presidentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF): Ricardo Teixeira, José Maria Marin - que está em prisão domiciliar nos Estados Unidos - e Marco Polo Del Nero.
Ao todo, Teixeira teria que pagar R$ 13,22 milhões, Del Nero outros R$ 6,3 milhões e Marin, mais R$ 430 mil. “Os réus condenados abusaram das posições de confiança que eles tinham na Fifa e em outras organizações internacionais do futebol e causaram danos sérios e duradouros para a Federação, seus membros associados e à comunidade do futebol”, disse Infantino.
A maior entidade do futebol espera receber quase R$ 20 milhões dos três antigos cartolas. Segundo o documento oficial emitido na última terça, Ricardo Teixeira é o que é cobrado para devolver dinheiro de salários, passagens, hospedagens e diárias entre 2004 e 2015.