Na noite da última quarta-feira, enquanto Nacional e Araxá se enfrentavam no estádio Uberabão, pela 4ª rodada do Módulo II
Na noite da última quarta-feira, enquanto Nacional e Araxá se enfrentavam no estádio Uberabão, pela 4ª rodada do Campeonato Mineiro do Módulo II, um dos candidatos à presidência da Federação Mineira de Futebol, Paulo César Freitas, assistia a partida em meio aos dirigentes dos dois clubes buscando apoio para a eleição, que ainda não tem data marcada, mas deve ser realizada até 28 de abril. Paulo conversou com a reportagem do Jornal da Manhã e disse estar confiante. “Estamos percorrendo todo o interior de Minas Gerais visitando as ligas e os clubes profissionais. Venho com um grande apoio dos times de todas as divisões. Possuo um grande conhecimento do esporte e sei as dificuldades que o interior tem. Então, essa é a oportunidade que os clubes têm de ter à frente do esporte com alguém ligado ao interior”, disse o candidato. Paulo é empresário e já foi prefeito de Nova Serrana por três mandatos, período em que, segundo ele, impulsionou o esporte local e levou o Nacional de Nova Serrana, que hoje está em Muriaé, da Terceirona para o Módulo I, em apenas dois anos. O candidato pretende atender a maior das reclamações dos clubes do interior do estado e aumentar o calendário de competições. “Clube tem que ter calendário, sem isso não há como melhorar a qualidade do futebol do interior. Hoje quem não for para a fase final do Módulo II tem apenas 36 dias de calendário e no Módulo I, quem não se classificar tem apenas 70 dias. Isso não existe em lugar nenhum no mundo”, afirmou Paulo. Para isso, o candidato a mandatário da Federação Mineira pretende criar uma nova Taça Minas Gerais. “Queremos fazer uma Taça Minas Gerais com todos os clubes que não estiverem disputando as Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro com uma competição com até um sub 23, com um custo baixo e preparando jogadores para o Campeonato Mineiro do ano seguinte. Estamos ouvindo as propostas do interior e essa é uma das reivindicações. Temos que ter competições regionais para diminuir os custos e facilitar a vida dos clubes”, completou Paulo.