A derrota por 6x2 para o Mirassol não custou o emprego do treinador Gilson Kleina no Palmeiras. Ontem, após reunião entre os principais dirigentes do clube, ficou definida a permanência do treinador, que comanda a equipe desde setembro de 2012.
O encontro entre os dirigentes aconteceu poucas horas depois do presidente Paulo Nobre desembarcar de volta da Europa, onde ele chefiou a delegação da Seleção Brasileira nos últimos amistosos contra Rússia e Itália. Com o trabalho questionado, Kleina não participou da reunião, que teve início por volta das 11h. Gilson Kleina está no comando da equipe desde setembro do ano passado, quando assumiu o cargo após a saída de Luiz Felipe Scolari. Com salário na casa dos R$ 300 mil, Kleina teria direito a R$ 1,5 milhão de multa rescisória caso o contrato, válido até dezembro, fosse rompido. O cálculo do valor é feito sobre metade dos vencimentos que ele teria direito até o fim do vínculo.
O Palmeiras volta a campo neste sábado, diante do Linense, pelo Paulistão. O compromisso mais importante, entretanto, será na terça-feira, contra o Tigre, pela Libertadores. O Verdão é o terceiro colocado do grupo 2 e entra na zona de classificação se vencer os argentinos. As duas partidas serão disputadas no Pacaembu.