O 1º de setembro de 2018 ficou marcado na Fórmula 1 como o dia daquela que é a volta mais rápida da história da categoria
O 1º de setembro de 2018 ficou marcado na Fórmula 1 como o dia daquela que é a volta mais rápida da história da categoria. Foi a pole position de Kimi Raikkonen no GP da Itália, com média de 263,587km/h. O feito do finlandês fez cair uma marca que já durava 14 anos, estabelecida por Juan Pablo Montoya, que deu uma volta no mesmo circuito de Monza, em 2004, em uma média de 262,242 km/h.
E, ao que tudo indica, será esse o grande legado da geração de carros que faz sua despedida neste final de semana, em Abu Dhabi. Superando marcas antigas, eles podem ser considerados os carros mais rápidos da história da F-1.
Antes, este título era da geração de 2004, com mais ajudas eletrônicas, motor V10 sem limitações de desenvolvimento, reabastecimento durante as corridas e em plena guerra de fabricantes de pneus, o que ajuda consideravelmente no desempenho dos carros.
Passada aquela época em que o dinheiro do tabaco dominava e alimentava o esporte, a Fórmula 1 passou a adotar regulamentos mais restritivos, ora para diminuir os custos, ora por questões de segurança, para diminuir as ajudas eletrônicas e, principalmente, para aumentar o número de ultrapassagens.
Isso, até os dirigentes chegarem à conclusão, em 2016, que os carros precisavam ser mais rápidos e agressivos. O regulamento, então, foi alterado para o ano seguinte, quando nasceu a geração que bateu todos os recordes de tempo de pole position do calendário, à exceção da pista da Rússia. Mesmo em Abu Dhabi, que recebe a última etapa do ano neste domingo, a pole mais rápida da história foi conquistada ano passado, por Valtteri Bottas: 1min36s194.