Após a mais convincente atuação da Seleção na Copa América, Tite atribuiu parte do sucesso ao tapete que é o gramado do estádio de Itaquera
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Em último encontro em Copa América, Brasil foi eliminado pelo Paraguai em 2015
Após a mais convincente atuação da Seleção Brasileira na Copa América, o técnico Tite atribuiu parte do sucesso ao "tapete" que é o gramado do estádio de Itaquera, em São Paulo, palco da vitória por 5 a 0 sobre o Peru. Agora, nas quartas de final, contra o Paraguai, o time atuará em um campo que tem sido constantemente criticado.
O terreno da Arena do Grêmio, em Porto Alegre, já foi reprovado por jogadores como o argentino Lionel Messi e o uruguaio Luis Suárez. E passou a ser uma preocupação para a Seleção diante de um adversário que a eliminou da competição sul-americana em duas das três últimas edições.
Em 2011 e 2015, o Paraguai também encontrou o Brasil nas quartas de final. Em ambos os duelos, levou a melhor na disputa por pênaltis, e aí está outro motivo de inquietação da comissão técnica. Desde o início da preparação, ainda na Granja Comary, em Teresópolis, os atletas vêm praticando tiros da marca penal, que podem ser decisivos no mata-mata.
Contra o Paraguai, Tite imagina um cenário semelhante ao observado diante de Bolívia e Venezuela, que apostaram em propostas bastante defensivas. Interessa ao Brasil que o jogo de passes flua com agilidade para que se quebre a marcação, daí a preocupação que o terreno de jogo esteja em condições razoáveis.