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A Red Bull Racing disse que estava "decepcionada", mas destacou o sucesso da parceria, com Max Verstappen dando a primeira vitória da Honda desde 2006 no GP da Áustria
A Honda anunciou nesta sexta-feira que vai deixar a Fórmula 1 ao fim da temporada 2021, no mesmo momento em que anunciou suas metas para se tornar uma empresa carbono zero. A fabricante japonesa de carros é a fornecedora de motores das equipes Red Bull e AlphaTauri. E tinha retornado à categoria em 2015.
A Red Bull Racing disse que estava "decepcionada", mas destacou o sucesso da parceria, com Max Verstappen dando a primeira vitória da Honda desde 2006 no GP da Áustria de 2019, seguido por três outros triunfos e 13 pódios. O chefe da equipe, Christian Horner, disse que respeita a decisão da Honda de "reimplantar seus recursos."
De acordo com a Honda, o seu objetivo passa a ser o desenvolvimento de tecnologias da nova geração. "Para cumprir com as expectativas dos nossos seguidores, lutaremos com todas as nossas forças até o final da próxima temporada com a meta de conquistar mais triunfos com a Red Bull e a Alpha Tauri", concluiu a empresa japonesa.
RECORD DE COVID 19 NA F-1
A Fórmula 1 registrou dez casos de covid após os 1.822 testes realizados entre os dias 25 de setembro e 1º de outubro, período em que foi disputado o GP da Rússia, onde pela primeira vez foi permitida a entrada de público no circuito de Sochi, com cerca de 30 mil espectadores.
Apesar da coincidência, os organizadores da principal categoria do automobilismo não consideram que a presença de público tenha causado o maior número de casos positivos em uma única semana desde que a F-1 começou a conduzir os testes para dar início à temporada 2020, ainda em julho, na Áustria.
Com os casos na Rússia, chega-se a um total de 17 infectados em duas semanas, já que a F-1 havia confirmado sete novos casos após 3.256 testes entre os dias 18 e 24 de setembro. Desde julho, foram feitos cerca de 50 mil testes, com 26 casos positivos.