ESPORTE

Infantino é reeleito presidente da Fifa e promete R$ 6,5 bi para federações

Gianni Infantino, 49, foi reeleito presidente da Fifa por aclamação, sem a necessidade de uma votação, nesta quarta-feira (5), em Paris

Folhapress
Publicado em 05/06/2019 às 21:44Atualizado em 17/12/2022 às 21:25
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Gianni Infantino, 49, foi reeleito presidente da Fifa por aclamação, sem a necessidade de uma votação, nesta quarta-feira (5), em Paris, durante o 69º Congresso da entidade, que ele deve comandar até 2023. 

"Obrigado a todos, os que gostam de mim e os que me odeiam, hoje eu amo todos. Amo o futebol, trabalho duro, me comprometo com vocês, continuarei trabalhando duro, com vocês e para vocês", disse Infantino, emocionado, depois que os representantes das federações da Fifa apoiaram seu projeto com aplausos.

O cartola assumiu o posto máximo da entidade em fevereiro de 2016, sucedendo Joseph Blatter, que renunciou ao cargo em meio ao escândalo de corrupção que tomou conta do futebol e que chegou a nomes como Ricardo Teixeira, Marco Polo del Nero e José Maria Marin (preso desde 2017).

Infantino foi eleito com discurso de "tolerância zero" em relação à corrupção e prometendo investir nas associações nacionais.

"Quando eu cheguei aqui, a Fifa tinha US$1 bilhão (R$3,8 bi) em reservas. Um bom dinheiro. Mas hoje tem US$2,7 bilhões (R$10,4). Eu prometi um programa de financiamento para as associações nacionais e falaram que eu era louco. Nós distribuímos dinheiro para vocês", declarou em discurso antes de ser eleito. 

Segundo ele, o montante que será investido nos países até 2022, quando acaba seu mandato, chega aos R$6,5 bi.

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