O técnico Joel Santana minimizou a pressão sofrida no Botafogo após a eliminação nas semifinais da Taça Guanabara e a derrota para o River Plate, do Sergipe, por 1 x 0, no jogo de ida da primeira fase da Copa do Brasil.
Para o treinador, as cobranças são naturais em um clube grande e não o preocupam. "Trabalhar em time grande é assim, o mar estava calmo, uma hora viria a turbulência. A questão é não ter medo, jogar o que tem que jogar", afirmou, garantindo não temer o risco de ser demitido em caso de novos tropeços.
Joel reconheceu que ainda não encontrou a formação ideal do Botafogo para a sequência da temporada. “Quando encontrar, vamos dar sequência, pois temos muitas competições pela frente", disse.
O treinador espera contar com o apoio do torcedor no jogo de volta contra o River Plate, no Engenhão, hoje. "Como se diz no futebol, bater é fácil. O que precisamos é de ajuda. Que compareçam 500 ou 3 torcedores, mas que cantem e incentivem os jogadores. Se sairmos, que nos cobrem, mas não precisam queimar camisa ou jogar foguetes", comentou.