
'PERDI A CABEÇA'
O meio-campista Jean Carlos, camisa 10 (FOTO ACIMA) e um dos principais jogadores do Náutico, foi às redes sociais neste domingo para pedir desculpas pela atitude lamentável que teve diante da arbitragem na final do Campeonato Pernambucano, contra o Retrô, neste sábado, na Arena Pernambuco. Irritado ao ser punido com o cartão vermelho, ele partiu para cima da árbitra Deborah Cecília e precisou ser contido pelos colegas antes de se dirigir ao vestiário.
“NÃO XINGUEI”
"No momento da expulsão, sim, eu fiquei muito chateado, perdi a cabeça, porque eu sabia que não tinha dado a cotovelada e sim que eu tinha feito o movimento de tirar o braço", argumentou . "Em nenhum momento a xinguei."
ESTRATÉGIA SIMPLIFICADA
Ausente do último compromisso corintiano diante do Boca Juniors por ter sido diagnosticado com covid-19, o técnico Vítor Pereira esteve de volta ao seu habitat natural, na vitória de 1 a 0 do Corinthians sobre o Fortaleza. Para enxergar o caminho que o levou a furar o esquema adversário, ele disse que estudou o posicionamento da sua equipe e procurou acertar o posicionamento na volta do intervalo.
LEITURA CORRETA
"O que temos de fazer é ver o que está acontecendo, é a leitura. Estávamos com grande dificuldade de controlar a largura (do campo) de administrar o jogo. Estávamos empurrados para trás sem capacidade de pressão. O William estava longe de uma zona em que poderia fazer a diferença. Corrigimos isso e no segundo tempo tivemos situações em que poderíamos ter marcado o segundo gol", afirmou o treinador.
CUMPRIU COM A OBRIGAÇÃO
Com a vitória apertada sobre a Juazeirense, por 2 a 1, na Arena Barueri, o Palmeiras apenas cumpriu sua obrigação na estreia na Copa do Brasil. Essa é a avaliação do técnico Abel Ferreira. "Cumprimos os serviços mínimos e obrigatórios, que era ganhar o jogo. Foi o que fizemos hoje"", disse o treinador em entrevista coletiva neste sábado.
JOGA PELO EMPATE
Com o resultado, o time pode jogar pelo empate no confronto da volta, marcado para 11 de maio, em Londrina (PR) - o time baiano transferiu o mando de campo para o Paraná, pois seu estádio não atinge a capacidade mínima exigida pelo regulamento de 10 mil.