Jogadoras afirmam que disputam mais partidas e alcançam resultados mais relevantes. O time sagrou-se campeão mundial pela quarta vez em 2019
As mulheres estão corendo atrás. Justiça americana rejeitou ação das jogadoras da seleção feminina do país em processo contra a federação de futebol americana por discriminação de gênero.
Comandadas por Carli Lloyd e Megan Rapinoe, atletas do time feminino dos Estados Unidos entraram com processo contra a federação cobrando igualdade salarial em março do ano passado - três meses antes do início da disputa da Copa do Mundo na França.
Na ação, as jogadoras acusavam a entidade de "discriminação de gênero institucionalizada", alegando que as mulheres recebiam salários inferiores aos homens mesmo disputando mais partidas e alcançando resultados mais relevantes. A equipe sagrou-se campeã mundial pela quarta vez em 2019.
Além disso, as profissionais reclamaram também de condições desiguais em treinamentos, viagens e assistência médica. O juiz que analisou o caso determinou que esses itens ainda podem ir para julgamento, previsto para junho deste ano.
Logo após a decisão, a porta-voz Molly Levinson disse que as atletas vão recorrer.
*Com informações de ESPN Brasil.