ESPORTE

Jogos Olímpicos terão duas novas modalidades

Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 14:22
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Sete modalidades brigam para fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos de 2016, que será definido em outubro, na Dinamarca, na mesma assembleia que elegerá o país-sede.   Caratê, golfe, patinação de velocidade, rúgbi, squash, softbol e beisebol concorrem por duas vagas na Olimpíada, que pode ser realizada no Rio.   Hoje, 26 esportes estão no programa. Segundo norma do Comitê Olímpico Internacional, o número máximo é 28. Squash e caratê tentaram lugar em Londres-12 e foram rejeitados. Beisebol e softbol estiveram nos Jogos até Pequim-08.   Para adentrar à Olimpíada, as federações dos sete pleiteantes não poupam esforços, já que o status olímpico atrairia patrocinadores, TV e praticantes.   A FIRS (Federação Internacional de Esportes sobre Rodas), por exemplo, diz usar “todos os seus recursos” na campanha da patinação de velocidade.   “Estar na Olimpíada seria o reconhecimento a um esporte do Século 21. Seria importante para os patrocinadores, porque nosso esporte reúne dinamismo, velocidade, equilíbrio e juventude”, disse Roberto Marotta, secretário-geral da FIRS.   Características distintas reúne o golfe. A modalidade apresenta pouco dinamismo e a faixa etária dos atletas é mais alta. Pontos que podem ser questionados por membros do COI.   Popularidade e patrocínio não faltam ao rúgbi. Seu Mundial só perde em audiência para a Copa de futebol e para a Olimpíada. Mais: tem como trunfo a chance de distribuir medalha a países periféricos na esfera olímpica, como Fiji, Nova Zelândia, Argentina e África do Sul, potências na modalidade.   Já a Federação Internacional de Squash, que investe metade de seu orçamento na candidatura, aposta em um lobby mais acirrado, para não deixar escapar pela terceira vez a chance.   Em novembro, o presidente da federação internacional, N. Ramachandran, entregou ao mandatário do COI, Jacques Rogge, carta em que os principais atletas se comprometiam a disputar a Olimpíada, caso o esporte estivesse no programa. Parece pouco, mas uma das razões para a saída do beisebol foi a ausência dos maiores astros, atuantes na MLB (liga profissional norte-americana).

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