Durante o evento que revelou a nova camisa da Seleção na manhã de ontem, no Rio de Janeiro, José Maria Marin, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), falou sobre a suposta ofensa racista do técnico Roberto Fonseca, do Ituano, a Neymar, do Santos. Segundo ele, que conversou com o atacante, o caso deve ser investigado. “Existem várias versões. Eu tive a oportunidade de falar com o Neymar e precisa ser investigado. Até agora, não está esclarecido”, disse o dirigente.
Na quarta-feira, o Santos derrotou o Ituano por 1x0, pela quarta rodada do Campeonato Paulista. Mas o fato que mais chamou a atenção na partida foi a polêmica envolvendo Neymar. O astro santista discutiu asperamente com o técnico do Ituano, Roberto Fonseca. “Me chamou de macaco?”, indagou Neymar ao comandante adversário. Por sua vez, Roberto Fonseca garantiu que não cometeu nenhum ato de racismo. O treinador disse que chamou Neymar de ‘cai-cai’. “Ele deve estar surdo, falei que ele é cai-cai, que toda hora ele cai, agora ele vai fazer adivinhação também”, afirmou o técnico.