Quando os carros da Fórmula 1 estão na pista, a impressão é de que a Williams está em outra categoria
Quando os carros da Fórmula 1 estão na pista, a impressão é de que a Williams está em outra categoria: na última corrida, na Áustria, que tem um dos traçados mais curtos, o melhor carro da equipe foi dois segundos mais lento que o mais veloz na parte da classificação em que os 20 carros estavam na pista. Na corrida, Russell terminou duas voltas atrás do vencedor Max Verstappen. Seu companheiro, Robert Kubica, três.
Mas há um campeonato em que a Williams é vice-líder: o de pit stops. Trata-se de uma competição levada muito a sério entre os mecânicos da Fórmula 1 e que usa a mesma pontuação dada aos pilotos para as paradas mais rápidas de cada corrida.
Depois de ocupar posições mais intermediárias no começo da temporada, a Williams está em grande fase nesse campeonato, tendo sido a mais rápida nas últimas quatro corridas. Com isso, o time está chegando na líder, a Red Bull - que defende o título de 2018. Mais do que isso, eles conseguiram, no GP da França, bater a marca de 2s, grande objetivo das equipes nas paradas. A tal parada foi para a troca dos pneus de Robert Kubica.
Não é de hoje que os pit stops da Williams têm sido fortes. Em 2016, no GP do Azerbaijão, com Felipe Massa, conseguiram bater o recorde de pit stop mais rápido da história, com 1s92. Na França, chegaram pert 1s97. O próximo GP será neste fim de semana, na Inglaterra.