Alguns jogadores do Nacional Futebol Clube, que disputaram o Campeonato Mineiro do Módulo II, mantêm contrato com o Alvinegro por um longo período. Alguns deles têm vínculo empregatício com o Naça de até dois anos de vigência. Com isso, na próxima semana estes jogadores retornam ao estádio JK para reiniciarem os treinamentos com o preparador físico Lúcio Vaz.
Segundo o preparador, o atleta profissional tem que ter como fundamento a manutenção da sua parte física, mesmo não tendo competições para disputar. “Jogador de futebol não pode ficar meses parado, sem atividade. Pelo menos o básico vamos trabalhar com esses jogadores. Faremos isso até aparecer alguma competição ou equipe interessada em contratar nossos atletas”, explicou.
Lúcio também falou sobre o rebaixamento e garantiu que quem fica na cidade sente muito mais a pressão e as consequências do rebaixamento do que aqueles que já pegaram as malas e partiram para outras cidades. Lúcio reconheceu que não faltou estrutura para os atletas e comissão técnica desenvolverem um bom trabalho. “Não faltou nada em relação ao apoio da diretoria. Contamos com tudo que era necessário para desenvolver um bom trabalho.
Tivemos bons hotéis, transporte, alimentação completa, campo bom para treinamento, mas infelizmente nós não conseguimos conquistar o resultado que esperavam da gente”, lamenta o preparador físico. Lucio Vaz também lamentou a falta de sequência na escalação do time e com isso não foi possível manter uma equipe competitiva para o campeonato. Além disso, ele completou dizendo que não ter vencido em casa foi fato determinante para o rebaixamento.