O ex-presidente da CBF José Maria Marin, 86, foi sentenciado a pagar sozinho US$ 137.532,60 mil
O ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin, 86, foi sentenciado a pagar sozinho US$ 137.532,60 mil (cerca de R$ 515 mil) e a dividir com outros condenados um total de US$ 2,14 milhões (R$ 7,3 milhões) pelos escândalos de corrupção conhecidos como Fifagate.
Do valor que pagará sozinho, US$ 19.532,60 (R$ 71 mil) serão devolvidos à Fifa como restituição por salários e benefícios - a entidade queria US$ 97.663 mil (R$ 365 mil). A Conmebol receberá US$ 118 mil (R$ 444 mil), também por salários e benefícios, ante US$ 590 mil (R$ 2 milhões) requeridos.
Com Juan Angél Napout, ex-presidente da Conmebol, Marin terá que dividir US$ 24.001,45 (R$ 90 mil) pelos gastos que a Fifa teve com a preparação de Stephanie Maennl para o julgamento do caso.
Os demais US$ 2 bilhões serão divididos por Marin, Napout e outros condenados até agora pelo esquema. Esse dinheiro inclui restituição de US$ 40.444,49 à Fifa - a entidade pedia, no total, devolução de US$ 27,8 milhões por custos com advogados, processuais, com a investigação, entre outros.
A Concacaf terá US$ 264.549,60, além de US$ 1,4 milhão de devolução de gastos com a investigação, entre outros valores. A Conmebol receberá US$ 333.582,75 de restituição por despesas com a investigação.