ESPORTE

Meio-campo do USC aposta em mais seis pontos na competição

Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 13:39
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No jogo contra o Democrata, quando o Uberaba Sport venceu por 1 a 0, o meia Andrezinho entrou em campo aos 14 minutos do segundo tempo, com a partida ainda empatada. Substituindo Biro Gomes, ele conseguiu dar mais velocidade aos ataques do USC e isso, por sua vez, serviu para pressionar ainda mais a equipe de Governador Valadares e o time, enfim, chegar ao gol. Antes de atuar os poucos mais de trinta minutos contra o Democrata, o atleta havia jogado apenas quinze minutos diante do Social, quando marcou um gol. No entanto, Andrezinho admite não ter condições de jogar os noventa minutos de uma partida. “Só preciso continuar trabalhando. Até agora, tenho jogado na base da vontade, pois não estou em minha melhor forma”, diz, salientando a necessidade de se respeitar Michel Cury e Biro Gomes, os dois titulares da posição. “Sempre vou acatar o que o professor Pedrinho pedir. Posso até dar minha opinião, mas no fim quem decide é ele. Mesmo assim, acredito que, para eu atuar noventa minutos, ainda é um tanto quanto difícil. Mas eu quero jogar”, completa.   De bom humor pelas boas atuações, segundo sua própria avaliação, o meia torce para que o USC vença o Tupi, no domingo, 22, e consiga avançar na competição. Para ele, mais jogos são sinônimos de mais chances. Desde já, Andrezinho deixa claro que a intenção do elenco colorado é conquistar os seis pontos a serem disputados. No entanto, ele não descarta a possibilidade de se jogar por um empate contra o América, na última rodada. “De repente, um empate será melhor para nós, por conta dos cruzamentos da próxima fase. Porém, nosso foco inicial é no Tupi, pois, se não conseguirmos derrotá-los, a classificação pode ficar muito ameaçada”, explica.   Torcida. Demonstrando maturidade, Andrezinho, ex-Corinthians e Internacional, não se abala com os protestos dos torcedores uberabenses, no intervalo do jogo do domingo passado. Segundo ele, os atletas estavam concentrados na partida e no que fazer para conseguir os três pontos dentro de casa. “O torcedor tem todo o direito de falar o que quiser. Porém, muitos não sabem do nosso dia-a-dia e de tudo o que se passa por aqui. Mas fico tranquilo, isso tudo faz parte do futebol. Os grandes ídolos são cobrados e com a gente não poderia ser diferente”, encerra.

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