ESPORTE

Melhores do Ano desapontam dirigente do futebol amador local

Eustáquio Torres, diretor do Beira-Rio, não concorda com a eleição de Juninho Alencar como melhor jogador do Amadorão. Para ele, Adriano Zói, do Bonsucesso, foi superior.

Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 15:10
Compartilhar

O ano foi bom para o Beira-Rio, um dos representantes do bairro Alfredo Freire na Primeira Divisão do Futebol Amador local. Porém, para Eustáquio Torres, diretor do clube, o vice-campeonato amador não será o suficiente para segurá-lo à frente da equipe.   Segundo o dirigente, existem 99% de chances de ele deixar o clube. “Não pretendo continuar, pois trabalhei praticamente sozinho. Fui diretor, empresário, roupeiro, massagista, treinador e tudo mais. Dessa forma eu não quero mais”, disparou, afirmando não ter sido procurado pelos outros diretores, inclusive o presidente do clube, Amarildo Oliveira, para ver a possibilidade de continuar na equipe. “Desde a final do Amador não conversei com nenhum diretor e ninguém chegou a me procurar”, completou.   Mesmo lamentando a falta de apoio dos outros integrantes da diretoria, Torres revela que já era do conhecimento de todos a sua possível saída da equipe. Segundo ele, o combinado seria ele trabalhar por três anos pelo Beira-Rio e o prazo vence no final de 2008. Para Torres, sua contribuição ao Beira-Rio já foi dada e talvez seja hora de ajudar outras equipes ou mesmo descansar do futebol amador. “Tenho convites do Independente, Villa Nova, Merceana e Ipiranga. Mas preciso estudar tudo com muito cuidado, pois quando termina a competição o jogador vai lá em minha casa cobrar. Se for dessa forma, não quero mais trabalhar com futebol na cidade”, explicou.   Melhores. Dizendo-se desanimado e desapontado com a escolha dos melhores do ano do futebol amador, Torres não concorda com a eleição de Juninho Alencar como melhor jogador do Amadorão. Para ele, Adriano Zói, do Bonsucesso, foi, com folga, o melhor jogador da competição.   Outro apontamento feito por Torres foi o fato de times como Butantã, Água Comprida e Beira-Rio, vice-campeão, terceiro e quarto colocados, respectivamente, terem apenas um representante entre os melhores do ano, no caso, Paulo César, volante do Beira-Rio. “Tem jogador do Santa Rosa que ficou quase o campeonato inteiro no banco e foi eleito. Não dá para entender”, criticou, afirmando não saber se vai ou não à festa de premiação.   Alvo das críticas de Torres, a eleição feita pela Liga Uberabense de Futebol (LUF) foi totalmente sem critérios e organizada por “panelas”. “Para mim, quem elegeu certos atletas não assistiu aos jogos. Não duvido que essa eleição tenha sido feita de forma dirigida, para agradar a uns e outros. Não dá para entender como o Fabrício, o maior fiasco do Amador, tenha tantos jogadores eleitos como os melhores de suas posições e o Beira-Rio, vice-campeão e time que cedeu três atletas para a equipe profissional do Nacional, tenha tido somente um”, concluiu.

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por