ESPORTE

Naça volta a campo tentando apagar má impressão da estréia

Vandão, expulso no domingo, desfalca o Nacional

Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 17/12/2022 às 03:52
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Com várias mudanças em relação ao time que estreou com derrota na Segundona do Mineiro, o Nacional enfrenta o Guarani de Pouso Alegre, hoje, às 16h, em Santa Rita do Sapucaí, já que o Estádio Municipal de Pouso Alegre não possui laudo de vistoria, impossibilitando a realização de partidas oficiais.

Confiante em bom resultado, o técnico do alvinegro, Lúcio Vaz, realizou vários testes no coletivo de terça-feira (21), inclusive formando o time com três atacantes em determinados momentos. O meia Artur também treinou na equipe titular, pois, segundo Lúcio, a habilidade que ele tem para fazer bons passes pode ser muito útil ao Naça no decorrer das partidas. O lateral Édson Frazão treinou no meio campo e agradou ao treinador; por isso, começa nesta posição.

Assim, o time do Nacional entra em campo logo mais com: Marcelo, Glauber, Marcelo Uberaba, Kelson e Édson; Ditinho, Herminho, Laerte e Édson Frazão; Dudu e Juninho Ratinho.

Já o meia Bugão, que jogou pouco mais de trinta minutos na estréia do clube, foi escaldo e irá compor o banco de reservas. Vaz disse que teve uma breve conversa com o atleta e o mesmo afirmou estar passando por problemas pessoais. "Nossa conversa foi muito rápida e combinamos de continuar no ônibus, durante a viagem. Ele é importante para a equipe e tentaremos ajudá-lo", revelou.

Decisão. O treinador do Nacional disse que o time encara o jogo diante do Guarani como uma decisão, já que o Fabril, adversário do próximo domingo, venceu o Guarani na estréia e uma derrota atrapalharia, e muito, os planos do Naça. "O jogo de hoje é fundamental. Se formos derrotados teremos que começar a depender de outros times e isso não é bom", frisou.

Viagens. Vaz também falou sobre o calendário, segundo ele, desumano, montado pela Federação Mineira de Futebol (FMF). De acordo com o treinador, a FMF tem o ano todo para organizar a competição, mas deixa tudo para a última hora, obrigando as equipes a disputarem um torneio importante como este, em dois meses. "Isso é criminoso. Eles se esquecem que os times não viajam de avião, viajam de ônibus e o cansaço é bem maior. Mas, não podemos ficar nos lamentando. A tônica do campeonato será a concentração, pois ao acabar um jogo, vencendo ou não, o time já tem que viajar para o próximo", finalizou.

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