Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou que a Arena Castelão e a Fonte Nova serão as sedes das duas primeiras partidas com mando da Seleção, diante da Venezuela e Peru, respectivamente. Os estádios, no Ceará e na Bahia, foram reformados para a Copa do Mundo de 2014. Com dois jogos já previamente marcados para o Nordeste, região na qual o público costuma ser mais caloroso em relação à recepção e ao próprio ato de torcer, Dunga espera que “onde o Brasil jogar possamos ter apoio e retribuir com vitórias”.
Na última vez que o Brasil atuou no Castelão, no entanto, a equipe empatou com o México por 0 a 0, na segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Já na última aparição da Seleção no Brasil, em amistoso também com os mexicanos, em junho, no reencontro entre o time nacional e a torcida após a eliminação vexatória na Copa, os comandados de Dunga deixaram uma boa impressão ao superarem o adversário por 2x0.
O técnico Dunga, que voltou a ser questionado a partir da eliminação precoce para o Paraguai na Copa América, entende a postura desconfiada do torcedor brasileiro, mas reconhece que a presença do público será de fundamental para a equipe encarar essa fase de reconstrução no caminho rumo ao Mundial de 2018.
“Ficar perto do torcedor é importante, ele sabe do momento que a Seleção está vivendo e sabe das dificuldades de uma Eliminatória. Vamos precisar de apoio. Passo a passo vamos tomando as decisões. Acho que o Brasil tem que jogar em todas as cidades possíveis. Decidimos os dois primeiros jogos, mas claro que não vamos poder alegrar a todos porque são poucos jogos”, reconheceu.