O Flamengo joga a vida na Libertadores na próxima quarta-feira (8), diante do Peñarol, do Uruguai, fora de casa
O Flamengo "joga a vida" na Libertadores na próxima quarta-feira (8), diante do Peñarol, do Uruguai, fora de casa. Hoje, encara o São Paulo, no Morumbi, após derrota para o Internacional. Da arquibancada, acumulam-se críticas ao técnico Abel Braga. Neste contexto, o clube divulgou uma nota oficial, nesta sexta-feira (3), com a intenção de que os ânimos pudessem ser acalmados neste importante momento da temporada, mas o efeito não foi o esperado.
Em meio a palavras de enaltecimento ao elenco, o departamento de futebol e conquistas até aqui no ano, como a Florida Cup – torneio amistoso disputado nos Estados Unidos, na pré-temporada –, o comunicado foi uma tentativa da diretoria em passar apoio ao técnico e levar tranquilidade a um grupo que se encontra pressionado.
Internamente, há a reprovação de muitos conselheiros (alguns, inclusive, que apoiaram Rodolfo Landim durante a campanha presidencial). Apesar do aumento do tom, o presidente ainda tem ampla maioria de apoio entre as correntes do clube. Externamente, as redes sociais se tornaram um termômetro que oscilou entre a revolta dos rubro-negros e as piadas dos rivais, aumentando ainda mais a necessidade de bons resultados em breve.
Esta, porém, não é a primeira vez que decisões da cúpula do Rubro-Negro ganham repercussão negativa fora dos muros da Gávea. Do silêncio adotado dias após o incêndio no Ninho do Urubu ao veto ao termo "Festa na Favela", dirigentes ainda vêm tropeçando nas definições de rumos e no alinhamento da imagem do clube junto à torcida.
Rodolfo Landim foi eleito em pleito que aconteceu no fim do ano passado, batendo Ricardo Lomba, da Chapa Rosa (apoiada pelo então situação), Marcelo Vargas, da Chapa Branca, e José Carlos Peruano, da Chapa Amarela.