A diretoria palmeirense trata com cautela a possibilidade de contratar um “grande” jogador nos próximos dias. A expressão foi usada pelo técnico Luiz Felipe Scolari, depois da vitória sobre a Portuguesa, 2x0, no domingo. Seria o sétimo reforço para a temporada.
“Essa semana queremos resolver a situação de mais um grande jogador que vai nos ajudar bastante”, limitou-se a dizer o comandante pentacampeão mundial, sem dar dicas aos jornalistas.
Ontem, Roberto Vicente Frizzo, vice-presidente eleito que comanda o futebol, preferiu esfriar a declaração de Felipão. “Não podemos criar expectativa no torcedor, que é passional. O clube tem problemas financeiros, todos sabem. Estamos trabalhando algumas possibilidades, mas não podemos revelar nada para que não atravessem o negócio.”
O único nome admitido pelo dirigente, que assumiu há dez dias com a eleição de Arnaldo Tirone para a presidência, é o de Elkeson, meia-atacante do Vitória, de 20 anos. O novo dirigente admitiu que conversou sobre Adriano, atacante da Roma, com o empresário Roberto Tadeu, aquele que negociou com Assis para contratar Ronaldinho Gaúcho para o clube. Mas o papo foi para descartar de vez o negócio.