Desde a volta à Série A do Brasileiro, em 2014, o Palmeiras tem uma média de dois treinadores por temporada
Desde a volta à Série A do Brasileiro, em 2014, o Palmeiras tem uma média de dois treinadores por temporada. No início da madrugada de ontem, a direção demitiu Roger Machado, o oitavo ex-treinador do clube em quatro anos. A reportagem considerou os profissionais que ficaram mais de dez jogos à frente da equipe. No período, a equipe teve ainda treinadores interinos.
O ano de 2014, quando voltou à elite do futebol brasileiro, foi o de maior rotatividade, com quatro comandantes efetivados.
Após subir o time em 2013, Gilson Kleina caiu em maio. O argentino Ricardo Gareca foi contratado, mas ficou apenas três meses no cargo. Por último, Dorival Júnior, demitido em dezembro, encerrou a temporada.
Em 2015, começou com Oswaldo de Oliveira. No Campeonato Paulista de 2015, o técnico levou o time à final, mas perdeu para o Santos nos pênaltis. Ele foi demitido em junho, depois de seis rodadas e poucos resultados no Brasileiro. Marcelo Oliveira foi chamado e conquistou a taça da Copa do Brasil. O treinador deixou o clube em março de 2016.
O técnico Cuca foi chamado para assumir o time no mesmo mês. Na sua gestão, o time conquistou o Brasileiro depois de um jejum de 22 anos. Em um caso atípico, o treinador preferiu não renovar o contrato em dezembro daquele ano, alegando questões pessoais.
Eduardo Baptista foi o chamado para comandar a equipe a partir de janeiro de 2017 e ficou até maio de 2017.
A temporada de 2018 começou com agora demitido Roger Machado. Sob seu comando, o time chegou à final do Campeonato Paulista deste ano, mas foi derrotado pelo Corinthians nos pênaltis.
O presidente preferiu não falar sobre possíveis substitutos, se limitando a dizer que o perfil do novo comandante ainda está sendo definido.