O Lujniki, palco da final, e arenas de Kaliningrado, Saransk, Rostov, Samara e estádio do Spartak usam a tecnologia
A Copa do Mundo da Rússia é a primeira a contar com uma nova tecnologia para gramados. Seis estádios que foram ou estão sendo utilizados no Mundial contam com grama sintética em sua composição, tudo seguindo a regulamentação da Fifa. Os fios sintéticos correspondem a 5% da composição do piso, com os outros 95% de grama natural.
O Lujniki, palco da final, e as arenas de Kaliningrado, Saransk, Rostov, Samara e o estádio do Spartak fazem uso da tecnologia. A responsável por desenvolvê-la e instalá-la é uma companhia chamada SIS Pitches, com base na Inglaterra. Tal sistema já é adotado por clubes do Campeonato Inglês (Premier League) e pelo Barcelona no Camp Nou.
Segundo os responsáveis pela tecnologia, uma máquina especial "costura" os fios sintéticos na grama natural. Antes disso, o nivelamento do solo é feito por laser e uma complexa estrutura de canos é instalada sob a grama. Esse sistema é responsável não só pela drenagem, mas também por regular a quantidade de água e a temperatura do solo. De acordo com a SIS, isso permite um crescimento da grama mesmo em condições climáticas adversas, como é comum na Rússia, e um tempo de recuperação mais rápido para o campo.