Ao contrário de muitos dirigentes, Luiz Humberto Alves Borges, tem uma opinião diferente em relação ao apoio do poder público
Ao contrário de muitos dirigentes, o presidente do USC, Luiz Humberto Alves Borges, tem uma opinião diferente em relação ao apoio do poder público aos clubes esportivos brasileiros. O dirigente, que é também subsecretário de Administração e presidente do Diretório Municipal do PMDB, não concorda com a destinação de verbas aos times por parte do poder público.
“A prefeitura não pode ajudar dando dinheiro aos clubes. Há outras formas de apoio. A verba do município precisa ser destinada a outras ações. As prefeituras podem contribuir com a parte estrutural, mas dar dinheiro é errado”, afirmou o presidente do USC.
No Campeonato Mineiro de 2011, Ipatinga, Guarani, América-T.O. e Tupi estamparam no uniforme ou em peças publicitárias em seus estádios a marca da prefeitura de suas respectivas cidades. O Democrata tem parceria com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Governador Valadares. Já Villa Nova, Caldense, Funorte e Uberaba Sport, que também participaram do Estadual, foram patrocinados apenas por empresas privadas.
Coincidentemente, as equipes que receberam apoio do poder público somaram, ao todo, 60 pontos na primeira fase do Campeonato Mineiro. Os demais adversários conquistaram 54 pontos no total.
Ipatinga e Funorte caíram para o Módulo II. O América-T.O. disputará a semifinal. O Villa Nova classificou-se para a Série D, enquanto Tupi, Guarani, USC, Democrata e Caldense esperam a desistência de seus concorrentes para disputar a quarta divisão do Brasileiro.