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Receitas da arena do Palmeiras são penhoradas por dívida

Publicado em 15/04/2020 às 21:07Atualizado em 18/12/2022 às 05:38
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Ação tramita desde 2015 no Tribunal de Justiça de São Paulo; WTorre tem preferência para utilizar o estádio até 2044

A juíza Carolina de Figueiredo Dorhiac Nogueira, da 38ª Vara Cível de São Paulo, bloqueou créditos que a WTorre receberia do Palmeiras para quitar uma dívida avaliada em R$1,6 bilhão com a empresa responsável por locar geradores de energia para o Allianz Parque cinco anos atrás, a Power Brasil. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo.

Oficializadas. "Para que não paguem à Real Arenas, depositando em conta judicial", a juíza determinou que a Allianz Seguradora e outras empresas responsáveis por prestar serviços no estádio sejam oficializadas. A Real Arenas, citada pela autoridade, é uma parceira da WTorre na construção do novo estádio do Palmeiras.

Morte financeira. Há um ano, quando a dívida estava avaliada em R$1,4 bilhão, a mesma juíza já havia bloqueado contas da Real Arena. Na ocasião, doutora Carolina penhorou os direitos da Real Arenas, que, por sua vez, pediu efeito suspensivo, afirmando que a empresa entraria em "situação de morte financeira".

Preferência. Depois que o pedido do grupo foi aceito, a juíza Carolina optou por bloquear os créditos da empresa com o Palmeiras, uma vez que Power Brasil recusou os acordos propostos pela WTorre. Por conta de um acordo envolvendo o clube a construtora, que possibilitou a construção do Allianz Parque, a WTorre tem preferência para utilizar o estádio até 2044. (Palmeiras Online)

 

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