Com o atual contrato do GP do Brasil acabando no final de 2020, São Paulo e Rio de Janeiro já começaram com uma disputa para ver quem vai ficar com o evento de Fórmula 1 a partir de 2021.
Depois de receber o chefão da categoria, Chase Carey, há duas semanas, o governador eleito do Rio, Wilson Witzel (PSC), afirmou ter fechado um compromisso para levar a corrida à capital fluminense. Já o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, indicou que tentará manter a prova na cidade após o fim do contrato atual.
As duas candidaturas, contudo, encontram o mesmo entrave: os chefes de equipe têm pressionado a Liberty Media, empresa que controla a F-1, a tirar do calendário as corridas que pagam as menores taxas. Em um acordo feito ainda nos tempos de Bernie Ecclestone, o GP do Brasil é subsidiado, ou seja, não paga a taxa total que consta no contrato original. Segundo apurou a reportagem, a quantia não passaria dos US$ 10 milhões (R$ 38,2 milhões).