Timão já trabalha com a possibilidade real de ter Ronaldo, finalmente, em campo. Otimismo dos corintianos baseia-se no desempenho do atacante nos últimos treinos com bola.
O Corinthians já trabalha com a possibilidade real de ter Ronaldo, finalmente, em campo. O otimismo dos corintianos baseia-se no desempenho de Ronaldo nos últimos treinos com bola. Bem mais magro do que quando chegou ao Parque São Jorge, o atacante ontem participou de exercícios em dois períodos. Pela manhã fez exercícios de aprimoramento de finalização. À tarde foi o destaque de um treino coletivo, fechado à imprensa e aos torcedores, no CT do Parque Ecológico do Tietê. E a estreia pode ser longe de casa, no período em que a equipe jogará no interior e fora do Estado. A diretoria do Corinthians e a comissão técnica trabalham com a possibilidade de contar com o atacante já em uma das quatro partidas que o time fará fora da capital. A primeira delas será contra o Noroeste, na próxima quarta-feira. A expectativa, no entanto, é que Ronaldo esteja em campo só no clássico com o Palmeiras, no dia 8, em Presidente Prudente. A presença do Fenômeno entre os jogadores relacionados que irão compor a delegação alvinegra que viajará é quase certa. O Corinthians contratou um novo preparador físico. Valmir Cruz, ex-Palmeiras e Santos, substituirá Flávio de Oliveira, que foi para a Vila Belmiro. Admiração. Era impossível deixar de notar a admiração de Dentinho com Ronaldo no treino da manhã de ontem. O Fenômeno corria no treino de finalização e era observado atentamente pelo jovem companheiro. “Só de ficar olhando a gente aprende muito. Se um dia eu conseguir 10% do que ele fez no futebol, vou ficar muito feliz”, disse Dentinho. O atacante foi o último jogador a ter contato com Ronaldo. Como estava na Seleção Brasileira sub-20 que ganhou o título sul-americano na Venezuela, não participou dos treinamentos em Itu. Por isso, como os companheiros no início da convivência, mistura comportamentos de fã e companheiro de trabalho em relação a Ronaldo. “Fico todo besta vendo ele treinar. Eu me lembro das Copas do Mundo, quando ele fazia muitos gols e eu ficava torcendo. Quando eu era pequeno, falava que ele era o meu pai porque também tinha dentes grandes como o meu”, brincou.