O jogador, camisa 9 do Corinthians, foi relacionado pelo Mano Menezes, para um jogo oficial desde sua contusão no joelho esquerdo
Desde o dia 12 de dezembro o futebol brasileiro e tudo o que o rodeia faz a mesma pergunta: quando Ronaldo, 32, estreia pelo Corinthians? Pois a resposta começa a ser dada hoje. O jogador mais badalado em território nacional, duas vezes campeão do mundo com a seleção brasileira e um dos rostos mais conhecidos do mundo está relacionado pela primeira vez para um jogo oficial desde sua contusão no joelho esquerdo, há mais de um ano. Ronaldo, camisa 9 – e todo o peso da expectativa ao seu redor – às costas, ficará no banco de reservas da partida contra o Itumbiara, às 21h50, a primeira do time do Parque São Jorge na competição que irá priorizar na temporada, a Copa do Brasil. A presença do atacante relacionado para um jogo – e não apenas como integrante de delegação e torcedor de luxo do time, como ocorreu nos últimos dois compromissos corintianos – foi confirmada pelo técnico Mano Menezes. “A intenção é relacioná-lo para o banco em Itumbiara”, disse. E foi além: “Se ele vai ficar à disposição, vai poder entrar em Itumbiara. Provavelmente ele entra”, projetou. Segundo o treinador corintiano, a possibilidade de ter Ronaldo em campo existe como parte do processo que ele diz estar conduzindo para que o atacante volte a jogar de vez. A possibilidade de estreia de Ronaldo hoje surpreende quem acompanhou os últimos dias do Fenômeno – e as declarações de Mano Menezes. Depois da polêmica criada pelo jogador ao atrasar na volta de uma folga e chegar à concentração às 5h30 da manhã, após uma noitada numa boate em Presidente Prudente, a estreia de Ronaldo parecia mais distante do que antes. O próprio técnico chegou a declarar que o jogador “ainda precisava de mais um tempinho” antes de ser relacionado. Mano cogitou até não levar o atacante para a segunda parte dos jogos fora de São Paulo – o primeiro hoje, e o segundo, domingo, contra o Palmeiras em Presidente Prudente. A expectativa era de que, pelo menos no interior de Goiás, Ronaldo repetisse a rotina das partidas contra Noroeste e Marília, quando só foi aos estádios para assistir a seus companheiros atuarem. A opção de utilizá-lo só era esperada para o clássico, ou até para o jogo seguinte, dia 11, com o São Caetano.