A partida entre Botafogo e Grêmio, hoje, às 18h30, no Engenhão, ficará marcada como a estreia de Seedorf com a camisa alvinegra. Desde que o holandês chegou ao Rio de Janeiro...
A partida entre Botafogo e Grêmio, hoje, às 18h30, no Engenhão, ficará marcada como a estreia de Seedorf com a camisa alvinegra. Desde que o holandês chegou ao Rio de Janeiro, o Glorioso entrou em campo em quatro oportunidades – duas vitórias e dois empates. Assim, o camisa 10 terá a oportunidade de manter dentro de campo a fama de ‘pé quente’.
Aos 36 anos e com passagens vitoriosas por Real Madri, Milan e Ajax, entre outros, Seedorf já participou de grandes jogos em sua carreira. Apesar da experiência, o camisa 10 fez questão de não esconder a ansiedade por vestir a camisa do Botafogo pela primeira vez em uma partida oficial. E o jogador ainda espera ter um desejo atendid quer o estádio lotado. “Seria um sonho ver esse estádio cheio. Acredito que todos os jogadores gostariam de ver essa torcida que é maravilhosa encher o estádio, não só por um jogo, mas por todo campeonato, para nos apoiar neste sonho que temos. Seria maravilhoso. Em todos os times onde joguei, a torcida faz a diferença”, lembrou.
Um dos poucos mistérios que ainda cercam a estreia de Seedorf neste domingo é a função que o meia exercerá em campo. Afinado com Oswaldo de Oliveira, o holandês prefere aguardar a decisão do treinador sobre o posicionamento que terá na partida contra o Grêmio. “Vou deixar para o Oswaldo falar. A coisa mais importante é que o time jogue. Não é o Seedorf que jogará sozinho. É o time que faz a diferença. Contra o Corinthians foi assim e fizemos um bom jogo. O foco é sempre o time”, deixou claro o camisa 10 alvinegro, que prometeu muita vontade em campo. “Minha mentalidade é que o jogador tem que dar o máximo a cada jogo. Não sei por quantos minutos posso jogar neste domingo, mas vou procurar dar tudo que tenho no tempo que estiver em campo”, garantiu o craque. O Tricolor, por sua vez, superou as oscilações e vem de duas vitórias seguidas. Com o time no G-4, abre uma perspectiva amplamente positiva. Sem Kléber, Leandro deve receber nova oportunidade.